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Ordem no Tribunal!

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  Depois que Thalia falou algo sobre tentarem de novo, Maa Gyver destruiu a máquina do tempo e ameaçou jogar os pedaços num canal ali perto. Choramingando, a inventora rapidamente juntou os cacos, choramingando algo como: - Você deveria entender! Nem sempre as coisas dão certo na primeira vez... Ignorando ela, a goblin teve uma ideia e ofereceu para um dos guardas da guilda, atraídos logicamente pela confusão da taverna que tinha queimado, uma recompensa por qualquer notícia do Lírio. Logo, praticamente toda a milícia da cidade estariam atrás do arcanista. - Uma grande ideia! Deixa que eu pago... Mas, infelizmente não temos muito mais tempos, devíamos já ter encontrado o Reynard no tribunal! Wa já havia falado do mago Reynard, um Desafiador da Tormenta, que volta e meia passava por Yuvalin. Como um grande aventureiro, era claro que ele era um ídolo pro paladino, mas ter ele como juiz no tribunal não parecia muito o tipo de aventura emocionante que ele sonhava. Numa antessala, encon...

Synthicide: After the Fall of Civilization

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"O último bastião da humanidade caiu tentando conter uma praga mutante. Séculos mais tarde, a humanidade apega-se aos restos de civilização no centro da Via Láctea. Você é um cyberpunk, tentando sobreviver em meio às gangues, megacorporações e, principalmente, à Teocracia Mecânica da Igreja de Ranix." Há tempos eu esperava um RPG que trouxesse o clima cyberpunk, com pitadas de transumaníssimo, robôs assassinos e uma história com um futuro realmente envolvente (e, nesse caso, bem dark). Precisava ter também um bom sistema que potencializasse isso tudo. Muitas exigências? Talvez. Mas eu mal sabia que isso já tinha sido lançado (sem grandes alardes, porém com uma crítica positiva, pelo que analisei) em um kickstart de 2017! Trata-se de Synthicide, que tem o seguinte epíteto anunciando o que aguardar nas mesas de jogo: "Quando robôs são deuses, matar humanos é algo justo!" De arrepiar, eu sei. Contendo um pouco minha empolgação, vamos aos contras: o livro não parece ser...

Sombras do Oeste

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  1841 Fugindo de uma derrota na Europa nas mãos de agentes da Ordem do Crepúsculo, Dracula eventualmente chega em solo norte-americano e imediatamente começa a se infiltrar com seu Coven da Mão Vermelha. 1853 A Ordem do Crepúsculo finalmente descobre que Dracula partiu para o Novo Mundo e envia agentes através do Atlântico em perseguição. Começo da "Guerra Secreta" na América do Norte entre a Ordem e o Coven. 1861 Estoura a Guerra Civil. Dracula se infiltra no círculo interno da Casa Branca sob o disfarce de um conselheiro militar pertencente a uma casa antiga bem-estabelecida da Europa. 1863 A batalha sangrenta de Gettysburg. Ambos os lados recolhem suas tropas e recuam, começando o breve cessar-fogo que anuncia uma espécie de Guerra Fria entre o Norte e o Sul, que irá durar por três anos. Fruto de paranoia, a excessiva fortificação de Washington DC tem início - no final do ano, a capital já é conhecida como a "Fortaleza de Washington" pelos seus habitantes. 1864 ...

De Surya para Aysha

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Minha caríssima e saudosa Aysha,   Os boatos sobre Koridrim são verdadeiros. Seguindo rumo  à vila, não encontrei os heroicos piratas da liberdade que fazem a fama daquele porto, apenas asquerosos traficantes de escravos e achbuld; os quais, a propósito, foram levados à Justiça local, mais corrompida que um dragão numa joalheria. Que surpresa... Felizmente uma sacerdotisa de Marah foi interinamente instituída ao posto do tal Sir. A senhora Briene parece de fato bastante respeitada pelos cidadãos que tiveram o prazer de me conhecer, e tem sido de grande auxílio, com a hospitalidade de seu templo luxurioso. (Se ouvir algum boato sobre mim envolvendo um minotauro afoito, não acredite nele, as irmãs taverneiras da Cerveja da Sorte são incrivelmente fofoqueiras e nós estamos passando a noite em um verdadeiro santuário da fé, e nada menos respeitável que isso, como vê). Nós, digo, outros forasteiros semi-desocupados que aceitaram investigar o mistério dos sequestros: um anão injusta...

Hora de Voltar no Tempo

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  Precisando reunir todas as provas e testemunhas, Thalia estava desesperada que o Lírio havia sumido, e aparentemente outros do grupo também. Ela até tinha chamado ajuda de Wa'ter, outro aventureiro da guilda que já trabalhara com o grupo. Como refugiado da Guerra Artoniana, saber que puristas estavam envolvidos, inimigos de longa data, significava que aquela era como uma missão divina para ele. Um encontro que teve com um necromante, sequestrando pessoas do vilarejo, com apenas uma que conseguiu resgatar, chamada Sabrine. Os aldeões eram bastante agradecidos ao grupo, mas ainda tinham queixas sobre a guilda e isso só aumentava a vontade do paladino de acabar com quem estivesse causando isso. Thalia tinha uma ideia, pelo menos para buscar o Lírio. Rapidamente ela os levou para o subsolo da sua loja, a Minérios Maravilhosos. Lá, algo que ela chamou de "geringonça do tempo" estava sobre uma mesinha. Era parecido com uma grande ampulheta com uma espécie de planetário, rodas...

A Inacreditável Surya Carmesim

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  As primeiras memórias de Surya são de um galpão abandonado na Saída Leste de Valkaria onde as crianças sem lar se abrigavam nas noites de chuva: uma infiltração em forma de coelho, o cheiro de fumaça quando não encontravam lenha boa e seca, os buracos no telhado improvisado por onde o sol sempre arranjava um jeito de acordar quem dormisse demais. Entre esmolas, furtos e pequenos serviços, as crianças abandonadas, pivetes locais ou simplesmente órfãos sem passado só podiam contar com a própria esperteza e a eventual caridade de uns poucos religiosos e comerciantes locais. A maioria dos cidadãos era menos piedosa, porém, e não era raro que as crianças de rua, sem ter quem olhasse por si, fossem achacadas, perseguidas e coagidas, seja pela guarda da cidade, mercadores inescrupulosos ou bandidos locais – especialmente se tinham habilidades mágicas que fossem de alguma utilidade. Não se pode dizer que a vida fosse de todo ruim, apesar disso – alguns gatos nascem pobres; esses, porém, ...

Mercenários do ano 3500 - Simon Fraser

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  - Tudo bem, a gente sabe que você é um  acadêmico e que estudou nas melhores Universidades, mas o que mais você sabe fazer? - Sua impressão está correta, mas foi na verdade meus pais que me passaram essa paixão pelo conhecimento. Deixe-me contar a história da minha família... - Não, cara! A gente quer saber ser você pode fazer alguma coisa aqui, estamos sendo atacados por aquelas coisas... - Ah, isso é um detalhe banal. Veja, existe uma grande diferença entre um cientista que fica preso apenas em tecnicidades nas suas torres de marfins catedráticas e um que já viajou por quase todos os sistemas do Universo Conhecido... - Sim, sim, a gente também já percebeu que você é um cara viajado ... FAZ. ALGUMA. COISA. LOGO! - ... Como eu ia dizendo, já vi aquelas criaturas no planeta XR-731, não são muito agradáveis, mas nada do que um pouco de luz solar não restrinja ela a apenas uma planta em estado vegetativo. Só um minuto. Em meio ao caos, o Doutor Simon Fraser, simplesmente mistur...