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Mostrando postagens com o rótulo A Encruzilhada dos Demônios

Sacrifício

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A igreja de Santa Teresa d'Ávila estava caindo aos pedaços. E esse era mesmo o plano dos Feras. Tudo isso o grupo descobriu, não sem muitas tribulações, de Christina. Ela tinha mandado também o Fogo-fátuo (Proximo) para roubar a planta das fundações da igreja, para protegê-la. Ela também havia assassinado pessoas em busca de um "verdadeiro fiel." - Chega de ilusões, precisamos do sacrifício de alguém com fé verdadeira! Não temos muito tempo! Rápido, me ajudem! Christina alternava entre loucura fanática e agressividade, enquanto os investigadores se entreolhavam. Não havia nenhum crente ali. Veridiana acreditava na ciência, Amanda, no destino das cartas, no acaso, e Noir, não acreditava em nada realmente. Samuel falou:  - Eu? Eu não tenho fé nem em mim mesmo... Foi quando começaram a depredação da igreja. Os Feras queria derrubar aquele santuário que impedia que seu deus, A Besta com Cabeça de Servo, viesse para esse mundo. Veridiana enfrentou Morty e outros que estavam pr...

Anjo Vingador

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- Temos as provas, só não temos o mandante... - Samuel limpava a poeira do seu chapéu enquanto desciam no endereço. Haviam notado que o canudo/estojo da planta baixa estava vazio, mas aquela igreja era o último lugar que restou para investigar. O ladrão também disse algo para Noir do tipo: "você foi enviada por Christina não foi? Vamos, fale... Eu entreguei o que ela queria na igreja..." então também tinham também um nome. Chegando no local, o plano foi parecido com o interior, mas dessa vez Noir se disfarçaria do bandido enquanto Amanda e Veridiana iam por trás. O problema foi que provavelmente a presença deles tinha sido notada: parte da parede frágil da velha e abandonada igreja caiu enquanto bisbilhotavam. Samuel prendeu o fôlego. - Próximo?! O que queres aqui? Saia! A mulher jovem de cabelos loiros raspado olhou de cima da galeria onde estava com desprezo. Como a Noir disfarçada titubeou em uma resposta, Christina simplesmente abriu fogo. - Nãããoooo! Vocês não deveriam e...

Um Plano (Quase) Perfeito

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O plano era esse: Noir distraía o ladrão e o mantia entretido na entrada com Amanda dando cobertura, ao mesmo tempo, o resto do grupo entrava pela claraboia e pegava os itens roubados. Claro que deu tudo errado. Primeiro, apesar do belo teatro da ex-detetive, o homem escondia coisas ali e não queria ninguém bisbilhotando... Se não fosse os poderes de Mythos de Noir, ele teria a enxotado dali, principalmente depois que ouviu um barulho vindo lá de cima. Enquanto isso, Veridiana e Samuel invadiram o local, pousando sobre a cama no quarto. Sabendo que tinha armadilhas no local, o mago começou a recitar uma magia do seu livro para que os itens roubados viessem até eles. Samuel sentiu o olhar de "Não, dá pra você ir mais rápido com isso?!" de Veridiana e terminou a magia. Os objetos vieram até ele, mas um dos três esbarrou em algum vaso, que caiu no chão e se espatifou. - Shit... O homem subia as escadas rapidamente, Noir tentou impedir mas estava além do seu alcance.  E de repent...

O Assassinato de Corrina Dulak

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Amanda conseguiu, nos seus bancos de dados de seguro, as informações de que a moto já havia sido roubada anteriormente, mas conseguiram rastreá-la até um local na Zona Industrial. A caminho do local, ouviram numa rádio a notícia de um crime bárbaro. Pegando um jornal, Samuel leu: "[...] vítima: Corrina Dulak, 63 anos. Deixa marido e filhos. Contadora aposentada. Frequentava a igreja batista e era conhecida na comunidade pelo trabalho social com desabrigados. Teve o tórax destroçado por garras e o coração retirado." O local onde tinha acontecido o crime ficava perto de onde estava passando e decidiram parar no local. Talvez aquilo tivesse relação com o roubo, além de que era o típico caso que Os Excêntricos investigava.  - Ela morreu bem próximo de sua casa, que morte trágica... - Falou um transeunte, mas que não se dispôs a mais perguntas. Veridiana, tendo coletado algumas amostras na área do crime, foi até seu laboratório na Universidade para investigar. Lá chegando, recebeu...

A Gangue dos Feras

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  Noir ficou estranha (mais do que o normal) ao encarar o símbolo na parede, no terraço da galeria. Aquilo lembrou a Samuel algum presságio sinistro... Ele olhou para Veridiana para ver o que ela achava, mas apenas viu ela saindo correndo atrás de alguma coisa.  Pelo jeito que ela saiu, devia ser algo muito importante, então resolveu procurá-la enquanto deixava o resto da investigação com as outras duas. Esbaforido (precisava urgentemente fazer mais exercícios!) e ajeitando os óculos, encontrou Veridiana prestes a dar uma surra no que parecia ser um jovem com algumas tatuagens e adereços que lembravam aves.  - Desembucha, "Morty", o que você fazia aqui!? Encurralado numa parede, só restou ao pobre rapaz contar que pertencia a uma tal Gangue dos Feras, que eles faziam aquelas marcas mas eram só pessoas que queriam viver em paz com sua cultura. Uma rápida pesquisa nas redes e de outras fontes comprovou isso depois. - E-eu vi alguém dando uma olhada aqui nos arredores da gal...

O Símbolo do Caos

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Depois de dias enfurnado nas suas pesquisas e de ter acordado suando frio de mais um dos seus pesadelos, Samuel Thompson achou por bem tomar um banho. Mathilda, a governanta, sempre falava que uma boa ducha renovava a alma. Ele resolveu seguir seus conselhos e até abriu a porta para gritar avisando que hoje desceria para comer na sala de jantar. Apesar do sonho (mais uma vez Azathoth, a estrela perdida ou seja lá o que fosse naquele universo que na verdade parecia uma prisão, avisando que viria consumir a todos, nada de novo), era como se Samuel sentisse que hoje o dia seria diferente. Tinha que ser, afinal, tinha consultado todos os acontecimentos na mesma data desde a Antiguidade. Era um dia auspicioso! Ele só não esperava que as boas notícias chegariam enquanto ele ainda estava no meio do banho. Seu celular tocou e ele saiu do chuveiro se cobrindo com uma toalha e meio que escorregando, desastrado que era. Não sabiam seu número e ninguém ligava para ele... Bom, não sem um bom motivo...