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Refúgio Pirata

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Se afogando no riacho que havia ali próximo, Earth via uma luz e de novo tinha o sonho-pesadelo com sua irmã, Wind, a dahllan. No fim do túnel havia... um dado!? Mas o inventor não teve muito tempo para pensar sobre isso. Uma mão forte o puxou da água, levando ele pra margem em um nado rápido. Era Edna, a pirata. O resto do grupo, que os procurava, deram de cara com a cena e rapidamente foram curar o inventor com suas próprias poções. Earth ainda não entendia bem o que aconteceu, mas notou que havia algo estranho no bolso do seu paletó. Ele tirou de lá... a carta da morte! Midori pôde reconhecê-la e ficou desconfortável com isso. Quando indagada, Edna falou que tinha ido tentar fazer com que a bruxa desistisse da ideia de trocar o seu corpo pelo da Aileen, afinal, era isso que ela fazia para se manter viva durante tanto tempo... Sem muito tempo, pois os uivos retornaram, o grupo ainda procurou alguma coisa que tivesse restado naquela terra destroçada pelo fim da luta e conseguiram recu...

Negócios de Família

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  A porta imensa de um cofre anão se erguia diante do grupo, eles tinham a chave, mas algo estranhamente chamava a atenção de Lírio, que queria atravessar uma imensa corda que havia ali sobre o precipício de lava. Era como se ele sentisse que havia perdido algo. O grupo ficou observando ele atravessar, até que um vulto surgiu ninguém sabe de onde e rapidamente passou pelo arcanista, cortando penas de suas asas. A... menina veloz (?!) pousou do outro lado e ficou encarando a todos em pose de combate. Lírio caiu no chão machucado a pouco metros dela, bastante machucado. Estranhamente, quando parou para olhá-la melhor, teve a sensação que a conhecia bem mas não conseguia se lembrar de onde. - Você sempre foi lento, irmãozinho. Atordoados, assim como o feiticeiro no chão, os outros correram em ajuda e começaram a preparar-se para o combate. Hildred atingiu a garota, mas apenas viu sua seta ser absorvida pela capa monstruosa que ela vestia.. era como se houvesse algo aberrante nela....

Envenenados (de novo!)

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  Saindo da sua sala, depois de um tempo, J adwiga fez um gesto rápido com as mãos enquanto se dirigia para sua cadeira na ponta da mesa. Esse foi o comando para que pratos e talheres surgissem magicamente, fossem preenchidos com uma concha da sopa fedorenta do caldeirão e fossem servidos, como se um servo invisível estivesse fazendo isso.  - Bom apetite! A bruxa começou a comer como um animal atacando uma presa. Havia partes de galinha ou seja lá o que fosse no caldo, além de ossos e... olhos? Bom, Earth, como não girava muito bem da cabeça, se serviu.  Yiós foi logo atrás, talvez pensando que se agisse como o inventor cairia nas graças da sua meia-irmã. A Mão da Floresta terminou e de uma última encarada para quem nem tocou no prato, depois ela se dirigiu para uma escada lateral que havia ali. - Vocês precisam comer para ficarem fortes! Depois que terminarem, os quartos de vocês, com camas quentinhas os esperam... Vou me recolher pois preciso tirar o meu sono de be...

A Carta da Morte

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Midori limpou a garganta e subiu no pequeno toco de madeira que havia por ali e parecia um palco improvisado. Ela então sacou seu biwa e começou a cantar uma bela música sobre amor, numa língua estrangeira, mas era como se todos entendesse. A canção parecia mirar especialmente Angra... No final, todos aplaudiram, até a bruxa, que esboçou um sorriso singelo. Ela então saltou de onde estava e fez uma mesura como se apresentasse a casa. - Que espetáculo! Vocês merecem uma boa refeição e a minha proteção. Não só isso! Também responderei uma pergunta a um de vocês pois o futuro se revela a mim! Entem, entrem, não há o que temer... Jadwiga não os esperou e passou pela porta. O grupo ficou se encarando, mas decidiram entrar. Angra ficou na porta, vigiando, como sempre.  Lá dentro, como era de se esperar, o ambiente era muito maior do que aparentava por fora. Magia com certeza. A sala de entrada parecia mais um laboratório macabro, cheio de garrafas com líquidos estranhos, partes de animai...

Pactos na Floresta

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A condição era que o grupo (e principalmente Earth) não se comportassem de maneira estranha diante de Jadwiga, A Mãe da Floresta, a Bruxa, e outros nomes pelos quais ela era chamada... nem todos na frente dela. Yiós lembrou-se então de tudo que tinha ouvido falar daquela "amiga" da Edna. Não era nada de bom, então avisou o grupo para que tomassem cuidado também. Encontraram-na tomando banho num lago. Era uma medusa, com o rosto belo, mas muito esquelética, mostrando sinais da idade. Ela inicialmente foi cortês, mas era simplesmente muito estranha... havia algo perturbador em tudo que ela fazia. Aos cumprimentos de Edna ela foi seca, querendo saber quem eram aqueles que estavam com a bucaneira. Bom, foi uma pergunta retórica pois logo ela respondeu: - Ah! Aqueles que estão com o destino entrelaçado com Ivran... - As palavras crípticas delas assustaram principalmente Midori, mas a corajosa Aileen perguntou o que ela queria em troca de um abrigo contra aquela alcateia de lobos....

O Destino de Tallaka

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  Explorando a parte oeste daquele andar, encontraram uma sala com 12 tochas apagadas distribuídas em suas paredes, com dois grandes símbolos mágicos (segundo Lírio) lado a lado no chão, um representando Azgher e outro Tenebra (segundo Niala). Na parede oposta também havia um mural talhada na pedra como uma tapeçaria descrevendo anões de um lado iluminado por tintas de cor forte lutando contra trolls do outro, com quase nenhuma pintura além de cores frias e limo. K não se lembrava daquela sala, nem dos símbolos no centro dela. Fato é que o golem estava ainda estava confuso e triste pro saber da morte da sua mestra e que tantos anos haviam se passado. Pelo menos os anões tinham saído vitoriosos da guerra. Tudo naquela local, inclusive a batalha descrita na parede indicavam que aquilo era um enigma e que eles precisavam decifrá-lo para saberem como continuar. Só havia mais outra porta, que dava para a sala do elevador ( Desafio de Heredrimm). Depois de muito quebrarem a cabeça, Hildr...

Um Dia Invernal

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Não muito tempo depois de levantarem acampamento, o grupo foi emboscado por lobos. Diferentemente das outras vezes, eles atacaram em plena luz do dia e havia dois deles maiores que os demais. Eram lobos atrozes. Essa alcateia parecia ainda mais esperta e organizada que as demais. Aileen já tinha identificado anteriormente que era como se eles estivessem sendo controlados de alguma forma, magicamente. Logo no início do combate, porém, um druida dahllan chamado Yiós Drys se interpôs para ajudar o grupo. Bom... pelo menos tentou, porque foi rapidamente subjugado pelos lobos. Aileen quem teve que salvá-lo, enquanto o resto da comitiva tentava sobreviver por que aquela estava sendo realmente uma batalha difícil... e até a morte. Infelizmente, Grungnir, o anão, encontrou seu fim diante das mordidas ferozes dos lobos que famintos continuaram a perseguir a carroça e atacar agora o trobo e os cavalos. Mas dessa vez os aventureiros conseguiram com muito sacrifício acabar com alguns dos seus pers...