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Fuga para Cima!

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Ao abrirem finalmente a porta do cofre, preferiram nunca o ter feito. Lá dentro estava uma terrível abominação-rubi, meio-troll, meio-morto-vivo, meio-constructo... não dava realmente para saber o que era aquilo, mas era grande e estava furioso. Após Wa'ter quase ser destroçado pelo primeiro ataque de garras da criatura, escolheram fugir e executar um plano desesperado: com magia e furtividade, Maa Gyver iria buscar o artefato. Chegando lá, porém, ela não encontrou nada, apenas um papel debaixo de uma pedra escrito numa letra bem caricata: "Hahaha otários - Rá!" A goblin voltou e eles foram imediatamente para o elevador, antes que o monstro quebrasse as pedras e colunas e conseguisse se aproximar. Esbaforidos e a salvo, pelo menos por enquanto, esperavam a engenhoca subir enquanto Maa Gyver mostrava o que tinha achado. Não tiveram muito tempo para xingar ou pensar no que fazer. O elevador deu um solavanco e era como se tudo começasse a cair, principalmente no teto. Prepar...

Review: Forja dos Heróis

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  Tendo jogado já essa aventura da Jornada Heróica: Coração de Rubi, chegou a hora de um breve review. De início, penso que essa talvez seja a melhor aventura do livro. O plot é simples: faça umas missões e ajudem a limpar a cidade de corruptos, mas funciona muito bem! O mural, as missões (que incentivam muito a você a criar suas próprias e adicionar mais plots), a descrição da cidade (e que você pode complementar muito mais, é claro), tudo é um prato cheio e raríssimas vezes vi aventuras introdutórias tão ricas. Claro que nem tudo são flores: com combates até então bem equilibrados e interessantes, a parte da emboscada, no entanto, não parece que foi muito bem pensada mecanicamente. Acredito que seja culpa das fichas de monstros de tormenta que estão desequilibradas quanto aos conjuradores, mas acho que eles estão revendo isso com suas trezentas  erratas. Porém, como que para compensar isso, a aventura tem um dos melhores finais que já vi! Tudo resolvido num tribunal, no mais...

A Fada Cinzenta

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O barulho ensurdecedor da cachoeira se fundiu ao alvoroço de um acampamento típico de um acampamento pirata, ainda mais que estavam carregando caixas no navio, aparentemente se preparando para partir, mas assim que virão Edna e os outros, muitos vieram recepcionar sua imediata. Inclusive, o capitão, que ofereceu um banquete para eles. Ahsmir era o nome dele, ou Crânio de Ferro, como era conhecido. Um golem com tatuagens/pinturas de um esqueleto humano por todo o corpo. Midori teve uma recordação muito ruim ao lembrar-se de uma figura muito parecida, com a tatuagem de uma camélia nas costas, responsável por atacar o seu grupo de refugiados goblins dos puristas, a fim de vendê-los como escravos. "Eu ODEIO Tsubakis...." Ela estava desconfiadíssima e todos do grupo também, pois já passaram por situações parecidas com comidas e bebidas sendo ofertadas a eles. O capitão ergueu uma taça para brindar o heroísmo dos aventureiros e a farra da trupe de piratas se intensificou mais ainda...

Refúgio Pirata

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Se afogando no riacho que havia ali próximo, Earth via uma luz e de novo tinha o sonho-pesadelo com sua irmã, Wind, a dahllan. No fim do túnel havia... um dado!? Mas o inventor não teve muito tempo para pensar sobre isso. Uma mão forte o puxou da água, levando ele pra margem em um nado rápido. Era Edna, a pirata. O resto do grupo, que os procurava, deram de cara com a cena e rapidamente foram curar o inventor com suas próprias poções. Earth ainda não entendia bem o que aconteceu, mas notou que havia algo estranho no bolso do seu paletó. Ele tirou de lá... a carta da morte! Midori pôde reconhecê-la e ficou desconfortável com isso. Quando indagada, Edna falou que tinha ido tentar fazer com que a bruxa desistisse da ideia de trocar o seu corpo pelo da Aileen, afinal, era isso que ela fazia para se manter viva durante tanto tempo... Sem muito tempo, pois os uivos retornaram, o grupo ainda procurou alguma coisa que tivesse restado naquela terra destroçada pelo fim da luta e conseguiram recu...

Negócios de Família

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  A porta imensa de um cofre anão se erguia diante do grupo, eles tinham a chave, mas algo estranhamente chamava a atenção de Lírio, que queria atravessar uma imensa corda que havia ali sobre o precipício de lava. Era como se ele sentisse que havia perdido algo. O grupo ficou observando ele atravessar, até que um vulto surgiu ninguém sabe de onde e rapidamente passou pelo arcanista, cortando penas de suas asas. A... menina veloz (?!) pousou do outro lado e ficou encarando a todos em pose de combate. Lírio caiu no chão machucado a pouco metros dela, bastante machucado. Estranhamente, quando parou para olhá-la melhor, teve a sensação que a conhecia bem mas não conseguia se lembrar de onde. - Você sempre foi lento, irmãozinho. Atordoados, assim como o feiticeiro no chão, os outros correram em ajuda e começaram a preparar-se para o combate. Hildred atingiu a garota, mas apenas viu sua seta ser absorvida pela capa monstruosa que ela vestia.. era como se houvesse algo aberrante nela....

Envenenados (de novo!)

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  Saindo da sua sala, depois de um tempo, J adwiga fez um gesto rápido com as mãos enquanto se dirigia para sua cadeira na ponta da mesa. Esse foi o comando para que pratos e talheres surgissem magicamente, fossem preenchidos com uma concha da sopa fedorenta do caldeirão e fossem servidos, como se um servo invisível estivesse fazendo isso.  - Bom apetite! A bruxa começou a comer como um animal atacando uma presa. Havia partes de galinha ou seja lá o que fosse no caldo, além de ossos e... olhos? Bom, Earth, como não girava muito bem da cabeça, se serviu.  Yiós foi logo atrás, talvez pensando que se agisse como o inventor cairia nas graças da sua meia-irmã. A Mão da Floresta terminou e de uma última encarada para quem nem tocou no prato, depois ela se dirigiu para uma escada lateral que havia ali. - Vocês precisam comer para ficarem fortes! Depois que terminarem, os quartos de vocês, com camas quentinhas os esperam... Vou me recolher pois preciso tirar o meu sono de be...

A Carta da Morte

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Midori limpou a garganta e subiu no pequeno toco de madeira que havia por ali e parecia um palco improvisado. Ela então sacou seu biwa e começou a cantar uma bela música sobre amor, numa língua estrangeira, mas era como se todos entendesse. A canção parecia mirar especialmente Angra... No final, todos aplaudiram, até a bruxa, que esboçou um sorriso singelo. Ela então saltou de onde estava e fez uma mesura como se apresentasse a casa. - Que espetáculo! Vocês merecem uma boa refeição e a minha proteção. Não só isso! Também responderei uma pergunta a um de vocês pois o futuro se revela a mim! Entem, entrem, não há o que temer... Jadwiga não os esperou e passou pela porta. O grupo ficou se encarando, mas decidiram entrar. Angra ficou na porta, vigiando, como sempre.  Lá dentro, como era de se esperar, o ambiente era muito maior do que aparentava por fora. Magia com certeza. A sala de entrada parecia mais um laboratório macabro, cheio de garrafas com líquidos estranhos, partes de animai...