A Busca por Omar
O grupo foi ao encontro de Omar na taverna do Basilisco. Dipper parecia bastante indeciso e então decidiu dar a relíquia para a Ofélia, já que ela fazia tanta questão... Chantal apenas deu um risinho, ela sabia que ainda se encontrariam, mas ainda assim era um desfalque. Por sorte, Olélia conhecia um guerreiro nômade chamado Bhima Zingari e ele sabia que normalmente encontraria dinheiro onde quer que a nobre fosse... E muitas confusões também!
Bom, na taverna, o bardo não se encontrava no local. O taverneiro, um velho barbudo e corpulento chamado Rupert, informou que não visto Omar desde ontem de manhã e nem tinha ideia sobre o paradeiro dele, que talvez ele pudesse ser encontrado na biblioteca, pesquisando para alguma música... Alguns frequentadores também mal-encarados, incluindo até um meio-orc, resolveram arrumar confusão com o grupo. A briga de bar foi feia... bom, mais para cômica, com diversas quedas e escorregões em cervejas, arranhões e pontapés, com os aventureiros saindo do local e deixando o caos se instaurar por lá.
Resolveram então seguir a dica da biblioteca. Lá chegando, encontraram Enora, uma goblin bibliotecária. Ela achou já ter visto Ofélia antes... Mas com certeza não via o Omar faz uma semana... Inclusive ele estava devendo um livro na biblioteca! Era o livro "As Máscaras do Destino" que continha lenda sobre itens poderosos, mas apenas lendas... Sobre a relíquia, ela não soube dizer muito, mas que talvez os anões pagariam uma recompensa, já que era um símbolo sagrado do deus deles...
Saindo do local, eles encontraram mais uma vez os encrenqueiros da taverna e uma luta se iniciou. Dessa vez foi muito mais fácil o grupo lidar com eles, só restando sair rápido do local para não chamar a atenção da guarda...
Resolveram então seguir uma última pista dada por Enora, a de que Omar se encontrava bastante com o anão mago Karzius, guardião do Cofre dos Segredos, na Biblioteca Central de Magnimar. Ele tinha uma torre bem guardada na parte alta da cidade. Orfélia impressionantemente fez amizade com um dos golens autômatos das redondezas e assim conseguiram entrar.
No quarto do mago, entre vários móveis e itens esotéricos, Chantal conseguiu encontrar duas coisas valiosas: um retrato do velho mago e outro anão, parecendo um clérigo, com a relíquia no pescoço e uma cópia do livro que o Omar tinha pegado na biblioteca e não devolvido. E foi aqui que paramos...
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